Passatempo

Em viagens para o norte e sul de Santa Catarina, um dos meus passatempos favoritos é registrar os nomes das marcas nos outdoors em beira de estrada. Vale uma pesquisa semiológica! Num próximo post deixo minha opinião sobre estas nomenclaturas, agora segue apenas a lista:

“Poka Onda”
“Onda Federal”
“Anti-Regra”
“Bainha com Arame”
“Pedra D’Agua”
“Rola Moça” (este é o meu favorito!)
“Morena Rosa”
“Arrazantty”
“Morena Bakana”
“Ameixa Preta” ( e a Ameixa Seca? )
“Olho Fatal”
“Inevitável”

Acho que todas elas são marcas do vestuário.

Barba, cabelo e bigode

Tenho uma curiosidade com as barbearias. Talvez porque eu sou barbudo, como disse outro dia uma aluna da minha esposa! Pra mim, as barbearias são lugares que conseguiram resistir as transformações ocorridas em nossa sociedade nas últimas décadas, mantendo-se com a mesma tecnologia de 20, 30 anos atrás. Uma tesoura, barbeador, máquina de cortar cabelo, alguns produtos “importados”, e aquela televisão 14″ que você assiste tudo invertido através do espelho. O único objeto atualizado, mas amassado, é o jornal! Alguém conhece uma com wireless?! E o barbeiro? será que ele se sente descontextualizado, manipulando sua moderna máquina de 4 pentes?!

Penso que, para aqueles que estão “presos” as exigências da vida moderna, elas podem representar um refúgio, onde pode-se ficar 15, 20 minutos, dependendo da habilidade do barbeiro e do corte do freguês, curtindo a simplicidade do recinto. E não se paga por isso!

Tenho admiração pela simplicidade, talvez por isso tento imortalizá-las em fotografias. E a barba? deve ser um indicativo de resistência!

Esse é meu post de boas vindas!


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